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A lusofonia é "uma utopia útil", mas não pode "sufocar as culturas dos
povos" dos países que a partilham, defende o antigo Presidente
moçambicano Joaquim Chissano.
Numa das conferências que assinala os 40 anos do semanário
“Expresso”, esta segunda-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa,
Chissano questionou o termo e o conceito de lusofonia, falando na
"inculturação" do espaço lusófono "por um dos povos".
O antigo
líder moçambicano disse que "em Portugal não se encontram as culturas"
dos outros designados países lusófonos, são "visitantes" apenas. Ou
seja, o conceito de lusofonia pode significar uma "exclusão da
diversidade", realçou.
Joaquim Chissano defende que a Língua Portuguesa é o destino comum
dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), uma
comunidade que deve ser trabalhada.
“Costumamos dizer que o que nos une é a Língua. Eu digo que não, é o
que nós queremos fazer com a Língua. Criámos a CPLP porque nos movemos
por iguais ideias: falo de ideais de liberdade, igualdade entre as
nações, dignidade, paz, respeito pelos direitos humanos e aspiração pelo
desenvolvimento das pessoas de todos os nossos países.”
Ver texto completo aqui.
Este blog pretende ser uma compilação de textos, vídeos, livros, dinâmicas de grupo, exercícios psicomotores e outros... que ajudem ou estejam relacionados com a educação/alfabetização e, na sua maioria, são retirados da Internet, assim como a maioria das fotos. Alguns já não os encontro no local, pelo que não têm referida a autoria mas a todos agradeço. (Há alguns títulos que são ligações a vídeos ou livros.)
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
domingo, 11 de novembro de 2012
Há donos da língua! *
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Ver ainda aqui.
(*) Crónica de Alberto Oliveira Pinto publicada no Mensário Angolano de Cultura "O CHÁ"
Número 2 - 2ª série | Ano 1 - Setembro 2012 | Director: Jacques Arlindo dos Santos
Em 1934, na Exposição Colonial do Porto, foi exibido um mapa, cuja autoria era atribuída a Henrique Galvão, onde se mostrava a Europa polvilhada pelas então colónias portuguesas: a Galiza, parte da Estremadura Espanhola e a Andaluzia encontravam‑se cobertas pela Guiné, por Timor e pelos arquipélagos dos Açores, Madeira, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe; Moçambique preenchia os territórios da Estanha, da França, da Suíça, da Áustria e da Itália; Angola, por sua vez, ocupava os espaços geográficos da Alemanha, da Polónia, da Checoslováquia, da Hungria, da Jugoslávia e da Roménia. No cabeçalho
deste mapa, proclamava‑se em caixa alta: “PORTUGAL NÃO É UM PAÍS PEQUENO”.
Em 1972, quando fiz a minha 4ª classe, a dois anos do golpe de Estado de 25 de Abril de 1974 e a três da independência de Angola, o discurso colonial português já havia sido objecto de múltiplas maquilhagens. Se, com a revisão constitucional luso‑tropicalista de 1951, as “colónias” haviam retomado a designação oitocentista de “províncias ultramarinas”, com a revisão constitucional falaciosa de 1971 ‑ que procurava, tardia e artificiosamente, imitar uma certa França de De Gaulle de entre 1958 e 1960, fingindo lançar os alicerces de uma inviável e inconcebível confederação das colónias portuguesas ‑ as duas maiores possessões coloniais portuguesas do continente africano, Angola e Moçambique, passaram a ser oficialmente designadas por Estados. Contudo, embora nem a minha professora primária nem nenhum de nós, seus alunos, tivéssemos tido acesso ao mapa de 1934 que proclamava que “PORTUGAL NÃO É
UM PAÍS PEQUENO”, a mensagem que os professores se viam obrigados a transmitir e os alunos a assimilar ainda era, em 1972, exactamente essa dos anos de 1930, sem mudar nem uma vírgula.
E não foram poucas as pessoas que, em Portugal, a três anos da Independência efectiva de Angola, se indignaram com a ideia de se dizer Estado de Angola e Estado de Moçambique porque, alegavam, isso já “cheirava” a Independência. Acrescentavam, aliás, bradando aos céus, que, ao contrário do que, numa hipocrisia paternalista que ainda hoje se mantém, apregoavam em relação ao Brasil, se “correria o risco” de em Angola e Moçambique, uma vez independentes, se virem a falar outras línguas que não o português. Mal suspeitava a criança de dez anos que eu era que se encontrava perante o sémen daquilo a que Alfredo Margarido viria inteligentemente a chamar o “estrume teórico” da “lusofonia”, no qual nos encontramos atolados até hoje e de que o vergonhoso Acordo Ortográfico tem sido o exemplo mais flagrante. Três anos depois, ao longo de todo o ano de 1975, a mesma criança, agora com treze anos de idade, viria a assistir pela televisão aos discursos dos líderes independentistas, ao tornarem‑se chefes de Estado, todos sublinhando – excepto Agostinho Neto, que nem teve tempo para isso – que a língua oficial dos “novos países”, a cujos destinos presidiam, seria o português.
E todos os políticos portugueses, de todos os quadrantes ideológicos, assim como uma elevada percentagem dos cidadãos da antiga metrópole, regozijaram‑se por esse facto. Todos? Não. Houve excepções.
Recordo‑me de Francisco Salgado Zenha, um brilhante e saudoso ministro dos governos provisórios, ter afirmado peremptoriamente,mais do que uma vez: “os povos dos países independentes falam a língua que bem entenderem e ninguém os obriga a falar a nossa” (Sic.). Mas Salgado Zenha, infelizmente, pregava
no deserto. A mentalidade da maioria dos seus compatriotas – e subsiste actualmente, passados quase quarenta anos – era a de que Portugal, sendo agora um país pequeno, poderia conservar a sua “grandeza” através da língua. Como muito bem o escreveu Alfredo Margarido, os portugueses descobriram uma "prótese” que compensaria o sentimento de amputação do Império. E essa “prótese” viria pouco tempo depois a ser baptizada, pelo malogrado professor Carmo Vaz, com um nome pomposo: “lusofonia”.
Os povos continuaram a desconhecer‑se, enquanto em Portugal os diversos poderes políticos, que se foram sucedendo ao longo da ainda hoje vigente 3ª República, não cessaram de ulular patranhas estafadas tais como “existe uma história comum entre nós e os PALOP” ou “os portugueses conhecem a África melhor do que ninguém”. Instituições culturais portuguesas organizavam viagens turísticas às antigas colónias
– excepto a Angola, a pretexto de que se “encontrava em guerra” – com a finalidade única de (re) visitar…
“vestígios portugueses”! Esta burguesia néscia e desprovida de imaginação vangloriava‑se de ter reencontrado intactas igrejas e fortificações “portuguesas” no Brasil, em Moçambique, em Goa ou em Macau, assim como se envaidecia, de modo pusilânime, pelo facto de estes povos não europeus falarem… português!
Contudo uma minoria, na qual eu próprio, entretanto adulto, me incluía, indagava‑se: que tem isso de especial? É óbvio que há “vestígios portugueses” nas antigas colónias, pois Portugal foi colonizador e a memória do facto colonial, ainda que tenazmente silenciada pelos poderes políticos e pelos interesses económicos, não cessa com as chamadas “descolonizações”.Mas o que é feito dos “vestígios” não portugueses? Esses é que interessam verdadeiramente! Por exemplo, que outras línguas são faladas, sem ser o português, nos países ditos de “língua portuguesa”? Em meados da década de 1990, às vésperas da institucionalização da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o meu amigo Ismael Mateus escrevia, e muito bem, que o fundamental na chamada “lusofonia” era conhecermo‑nos e respeitamo‑nos uns aos outros naquilo que temos de diferente e não naquilo que temos em comum. É com o mesmo espírito com que Ismael Mateus escreveu essa crónica há cerca de quinze anos que agora redijo estas linhas. Há que intensificar e alimentar o diferente e não o comum, e urge cortar cerce as tentações saudosistas e os embustes identitários.
Retomemos o exemplo da língua, do qual a ortografia tem sido, nos últimos tempos, a componente aparentemente mais manipulável pelas mentes perversas. O essencial é, desde já, empenharmo‑nos no sentido de que venham a existir, pelo menos, oito idiomas diferentes que partem do português, e não oito centros de imposição neo‑colonial da língua portuguesa. Aliás – pondo, à partida, de lado o caso de Timor‑Lorosai, cuja língua nacional, o tétum, é um idioma austronésio, que não radica no português ‑, podemos adiantar que quatro dos oito países ditos de “língua portuguesa” já têm há muito tempo línguas lutónomas.
Referimo‑nos, quer à língua brasileira, quer aos chamados “crioulos” de Cabo Verde, Guiné, e São Tomé e Príncipe. São línguas que derivam do português, é verdade, mas são outras línguas. Têm variantes ou dialectos, evidentemente, e é desejável que assim seja. Ferdinand de Saussure conseguiu demonstrar que basta que uma língua seja falada a uma simples distância de cinco quilómetros para que surjam variantes. Entre a Galiza e o Algarve, o português de Portugal tem inúmeras variantes dialectais consoante as regiões. E o autor destas linhas, filho de pai duriense e de mãe alentejana, é um produto e uma testemunha privilegiada desse fenómeno. Restam‑nos Angola, Moçambique e Portugal.Abstenho‑me, neste momento, de abordar as questões relativas às chamadas “línguas nacionais”, na maioria bantu, de Angola e de Moçambique, que já tive oportunidade – e continuarei a tê‑la, espero – de desenvolver noutros lugares. Consideramos apenas o(s) “portuguê(eses) falado(s)”, quer em Angola, quer em Moçambique, quer em Portugal. Que dizer deles? Desde logo, bradar alto e bom som o enunciado de Alfredo Margarido: a língua é de quem a fala! No entanto, entendo que há algo mais a acrescentar, uma vez que, nos últimos anos, o inteligente postulado do meu saudoso professor prestou‑se a deturpações perversas que viabilizaram um lugar‑comum enganoso, falacioso e embusteiro: “não há donos da língua”. Em meu entender, é este o preconceito (neo‑colonial) que urge quebrar. É que há donos da língua!Os angolanos são donos do português falado e escrito em Angola, assim como os moçambicanos o são do falado e escrito em Moçambique e os portugueses do falado e escrito em Portugal. Portanto, qualquer iniciativa, ortográfica ou outra, que vise “unificar” as línguas que se falam nesses países é, inevitavelmente, um acto neo‑colonial – de ressurreição do Império, de aplicação da “prótese” de que falava Alfredo Margarido, a “prótese” dos (pre) conceitos segundo os quais “Portugal não é um país pequeno” ou de que “Portugal vai do Minho a Timor” ‑, mesmo que a hegemonia desse “imperialismo cultural” não caiba agora ao antigo colonizador, Portugal, e sim a qualquer antiga colónia politica e economicamente emergente, como parece ser, de momento, o caso do Brasil.
Lamentavelmente, a CPLP, que deveria ser a salvaguarda das diferenças, tem sido o principal agente desta operação de neo‑colonialismo cultural. Para isso muito contribui o facto de se tratar de uma organização de governos de circunstância, que servem interesses privados – “sem cor nem rosto”, como noutros tempos cantava Santocas ‑, e não de Estados, pelo que os povos acabam por não se rever nela. E os povos é que são os verdadeiros soberanos da sua própria memória e do seu património.
Cabe, pois, às sociedades civis dos nossos países, a sua preservação e, consequentemente, o exercício da soberania sobre os desígnios da CPLP, sem o que instituições deste género não têm a menor razão de existir.
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domingo, 4 de novembro de 2012
A Língua Portuguesa em Angola Um Contributo para o Estudo da sua Nacionalização - Domingos Nzau -
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Resumo
O desenvolvimento de uma investigação sobre um país como Angola reveste-se de alguns aspectos muito particulares não só pela vastidão geográfica, como, de igual modo, pela diversidade cultural, linguística e histórica de que é portador, onde línguas e culturas de origem africana e europeia se entrecruzam, tentando, em simultâneo, delimitar espaços e mentalidades. Pretendendo encontrar soluções advindas desta problemática, vários trabalhos têm vindo a lume, no sentido de proporem caminhos considerados mais adequados em prol de uma sã harmonia.
Nesta perspectiva, a abordagem da temática linguística angolana sugere alguma prudência: primeiro, por ser uma área sensível que envolve questões de identidade individual ou colectiva; segundo, por se tratar de uma sociedade de tipo pluralista, onde coabitam povos com línguas e culturas próprias e, consequentemente, indivíduos que tentam manter as suas identidades. No seio desta osmose cultural e linguística se vem realizando a língua portuguesa, que, desde a sua introdução no século XV, passando pela proclamação como língua oficial em 1975, até à actualidade, tem vindo a conhecer um processo de expansão territorial, com dinâmicas de contornos algo irreversíveis. Em consequência do processo expansional, observa-se a acentuação do contacto da mesma língua com indivíduos residentes em zonas outrora de “exclusividade” das denominadas línguas nacionais de origem africana, tendo como efeito um aumento galopante do número de falantes maternos e não maternos.
Perante as evidências, numa altura em que se perspectiva o futuro da “nação” angolana através de distintas iniciativas políticas, sociais, académicas e outras, envolvendo entidades específicas, problematizar os mitos que ainda pairam sobre o passado e o presente da língua portuguesa, visando perspectivar o seu futuro, não é apenas legítimo e imperioso, como é, igualmente, desafiador. O percurso para a materialização do desafio gira, assim, em torno de quatro questões centrais: nacionalização da língua portuguesa, democratização de ensino (bilinguismo), consciência de assunção e distribuição da frequência do seu uso.
Deste modo, antes de partirmos para a análise baseada em métodos quantitativos e qualitativos, propusemos, como ponto de partida, por um lado a problemática das etnicidades angolanas e a relação estabelecida entre língua e sociedade, tendo como pano de fundo o exame do panorama linguístico angolano e as funções da língua portuguesa em Angola respectivamente, e, por outro a trajectória da língua portuguesa em busca da nacionalização.
Constatamos, ainda que os resultados suscitem prudência quanto a generalizações em termos nacionais, a existência de um processo em curso, que pode emergir na nacionalização da língua portuguesa a curto, médio ou longo prazo. Tal constatação deriva do facto de os resultados fornecidos pela empiria revelarem uma clara tendência de assunção da língua portuguesa, a par de uma frequência cada vez mais generalizada do uso desta, assim como de uma consciência de cooperação recíproca entre esta e as suas congéneres de origem africana.
Finalmente, propomos para investigações futuras a confirmação da tendência anunciada, com recurso à investigação empírica mais abrangente, de maior representatividade nacional, albergando, em proporcionalidade, não apenas falantes de língua portuguesa em situação de língua materna ou segunda, mas, de igual modo, as duas principais zonas habitacionais da população angolana: zona rural e urbana.
(...)
Introdução
A problemática da investigação
A escolha do título “A Língua Portuguesa em Angola: um Contributo para o Estudo da sua Nacionalização” para designarmos a nossa investigação não é inocente. Com efeito, ela resulta do desafio de querermos ser também partícipes duma discussão em crescendo desde a década de 80 do século XX, porém mais vincadamente a partir da década de 90, sobre a questão da nacionalização da língua portuguesa. Tal discussão procura problematizar se se pode reconhecer à língua portuguesa o estatuto de língua nacional e não apenas língua oficial e veicular como, de resto, é habitual designá-la, ou se, pelo contrário, se deve reservar o estatuto “nacional” apenas às línguas de origem africana. Estamos, pois, perante uma temática pertinente - tal como são as questões relacionadas com o modelo organizacional que melhor se adequa à realidade angolana, as questões de interesse económico e a valorização dos padrões de referência e de unidade nacional – apesar do seu carácter sensível, por envolver sentimentos de identidade.
Ver tese integral aqui.
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Domingos Nzau,
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Projetos e nova sala para o IILP - Instituto Internacional da Língua Portuguesa
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Encerrou-se na sexta -feira, dia 28 de setembro de 2012 a I Reunião Técnica para a Elaboração do Portal do Professor, uma plataforma multilateral que irá disponibilizar materiais e recursos didáticos para o ensino de PLE (Português como Língua Estrangeira) e PL2 (Português como Língua Segunda), conforme previsto no Plano de Ação de Brasília e que dará apoio aos docentes da língua portuguesa de todo o mundo.
A Reunião Técnica, que ocorreu nos dias 27 e 28, foi precedida de uma reunião preparatória, de 24 a 26 do mesmo mês, e que mobilizou a Equipe Assessora Central do Projeto, composta das Professoras Doutoras Edleise Mendes (UFBA), Maria José Grosso (UL), Matilde Scaramucci (Unicamp), Marisa Mendonça (UP) e Viviane Baggio (UEL). A reunião preparatória preparou as minutas do Manual de Procedimentos do Portal, bem como do Cronograma de Ação até a finalização do projeto, em setembro de 2013.
O evento foi finalizado no auditório do Palácio Penafiel com a apresentação dos resultados da reunião e, paralelamente, o lançamento do Manual Técnico para a Constituição dos Corpora dos Vocabulários Ortográficos Nacionais (VON) doProjeto VOC – Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa apresentado pela Equipe Central do VOC, Professores Margarita Correia e José Pedro Ferreira, ambos do ILTEC.
No mesmo dia, foi inaugurada a sala do IILP no Palácio Penafiel. Segundo Gilvan Müller de Oliveira, Diretor do IILP, existe a proposta de um escritório no Brasil e outro em Timor-Leste, o que certamente propiciará uma interatividade maior e uma verdadeira internacionalização do Instituto.
Na ocasião, o Diretor do IILP falou sobre as dificuldades financeiras que o Instituto vem atravessando, “já que este ano apenas dois dos oito países membros depositaram as suas contribuições obrigatórias”, disse ele. Ainda, acrescentou que o Instituto tem realizado “convênios de cooperação técnica com entidades que, embora possam também não ter recursos líquidos, têm um capital humano extraordinário no campo da lusofonia”.
Ver Blog do IILP aqui.
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